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    CAPÍTULO XV – Os Milagres do Evangelho [parte 3]

    • – RESSURREIÇÕES
    • – JESUS CAMINHA SOBRE A ÁGUA
    • – TRANSFIGURAÇÃO
    • – TEMPESTADE ACALMADA
    • – BODAS DE CANÁ

    A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo

    RESSURREIÇÕES

    A filha de Jairo

    37. Tendo Jesus subido novamente no barco do outro lado, quando estava perto do mar, uma grande multidão se reuniu ao redor dele. E um chefe da sinagoga chamado Jairo veio ao seu encontro; e o encontrando, lançou-se aos pés e lhe suplicou com grande fervor, dizendo-lhe: “Tenho uma filha que está morrendo; venha lhe impor as mãos para curá-la e salvar a vida dela!”
    Jesus foi com ele até lá, e estava acompanhado de uma grande multidão que o pressionava.
    Enquanto Jairo ainda falava, vieram pessoas do chefe da sinagoga, que lhe disseram: “Tua filha está morta; por que deseja dar ao Mestre o incômodo de ir mais longe?” Mas Jesus, tendo ouvido isso, disse ao chefe da sinagoga: “Não tenha medo, apenas creia!” E não permitiu que ninguém o acompanhasse, exceto Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago.
    Chegando na casa do chefe da sinagoga, ele viu uma aglomeração confusa de pessoas que choravam e soltavam fortes gritos; e entrando, disse a eles: “Por que fazem tanto alarido e por que choram? Esta menina não está morta, ela está apenas adormecida.” E zombavam dele. Tendo feito que todos saíssem, ele chamou o pai e mãe da menina e os que tinham vindo com ele, e entrou no lugar onde a menina estava deitada. Ele a pegou pela mão e lhe disse: “Talitha cumi!” — isto é: “Minha filha, levanta-te, eu te ordeno!” No mesmo instante a menina se levantou e se pôs a andar, pois ela tinha doze anos; e todos ficaram maravilhosamente espantados. (Marcos, 5:21 a 43.)

    O filho da viúva de Naim

    38. No dia seguinte, Jesus foi a uma cidade chamada Naim, e seus discípulos o acompanhavam com uma grande multidão. Quando estava perto da porta da cidade, aconteceu que levavam a sepultar um morto, que era filho único de sua mãe, e essa mulher era viúva; e com ela ali havia uma grande quantidade de pessoas da cidade. Vendo-a, o Senhor ficou tomado de compaixão por ela e lhe disse: “Não chore!” Depois, aproximando-se, tocou o caixão e aqueles que o conduziam pararam. Então ele disse: “Jovem, levanta-te, eu te ordeno!” Imediatamente o morto se levantou de sua maca e começou a falar; e Jesus o devolveu à sua mãe.
    Todos que estavam presentes ficaram tomados de espanto e glorificavam a Deus dizendo: “Um grande profeta surgiu no meio nós, e Deus visitou o seu povo!” O rumor desse milagre que ele fez se espalhou por toda a Judeia e por todas as regiões da vizinhança. (Lucas, 7:11-17.)

    39. O fato do retorno à vida corporal de um indivíduo, realmente morto, seria contrário às leis da natureza e, portanto, miraculoso. Ora, não há necessidade de nos recorrermos a essa ordem de fatos para explicarmos as ressurreições realizadas pelo Cristo.
    Se, entre nós, as aparências às vezes enganam os profissionais, os acidentes daquela natureza deveriam ser bem mais frequentes num país onde não se tomava nenhuma precaução disso e onde o sepultamento era imediato.¹⁸² Havia então toda a probabilidade que nos dois casos acima apenas tivesse acontecido síncope¹⁸³ ou letargia¹⁸⁴. O próprio Jesus declara isso positivamente quanto à filha de Jairo, ao dizer: Esta menina não está morta, ela está apenas adormecida.
    Dado a potência fluídica que Jesus possuía, não há nada de espantoso que esse fluido vivificante — dirigido por uma forte vontade — tenha reanimado os sentidos em torpor; que pudesse até mesmo chamar de volta ao corpo o Espírito prestes a abandoná-lo, uma vez que o laço perispiritual não estava definitivamente rompido. Para os homens daquela época — que acreditava estar morto o indivíduo desde que ele não respirasse mais — havia aí ressurreição, e eles o poderiam afirmar de muita boa-fé; mas na realidade, ali havia uma cura e não ressurreição na acepção da palavra.

    40. Digam o que disserem, a ressurreição de Lázaro de nenhum modo anula esse princípio. Dizem que ele estava há quatro dias no sepulcro; sabe-se, porém, que há letargias que duram oito dias e até mais. Acrescentam que ele já cheirava mal — o que seria um sinal de decomposição. Essa alegação também não prova nada, uma vez que em certos indivíduos há decomposição parcial do corpo mesmo antes da morte, e que eles exalam um odor de putrefação. A morte não vem senão quando os órgãos essenciais à vida são atacados.
    E quem podia saber se Lázaro já cheirava mal? Foi sua irmã Maria quem o disse. Mas, como ela sabia disso? Estando Lázaro enterrado há quatro dias, ela supôs isso, mas não podia ter essa certeza. (Cap. XIV, nº 29.)¹⁸⁵

    JESUS CAMINHA SOBRE A ÁGUA

    41. Logo, Jesus obrigou seus discípulos a subirem na barca e a passarem para a outra margem antes dele, enquanto ele despedia o povo. Após ter despedido a multidão, ele subiu um monte para orar sozinho; e tendo caído a noite, ele se encontrava sozinho naquele lugar.
    Contudo, a barca era fortemente açoitada pelas ondas no meio do mar, porque o vento estava ao contrário. Mas, na quarta vigília da noite, Jesus foi até eles caminhando por sobre o mar.¹⁸⁶ Quando eles o viram andando sobre o mar, ficaram perturbados e diziam: “É um fantasma” e se puseram a gritar de pavor. Jesus então lhes falou: “Acalmem-se! Sou eu, não tenham medo!”
    Pedro lhe respondeu: “Senhor, se for o senhor mesmo, ordene que eu vá ao teu encontro caminhando sobre as águas.” Jesus lhe diz: “Venha!”, e Pedro, descendo da barca, caminhava sobre a água para ir até Jesus. Mas, veio um grande vento e ele teve medo; e começando a afundar, ele gritou: “Senhor, salva-me!” Logo, estendendo-lhe a mão, Jesus o pegou e disse: “Homem de pouca fé, por que tem duvidado?” E tendo subido na barca, o vento cessa. Então os que estavam naquela barca se aproximando dele e o adoraram dizendo: “Você é verdadeiramente filho de Deus!” (Mateus, 14:22 a 33.)

    42. Esse fenômeno encontra sua explicação natural nos princípios anteriormente expostos, cap. XIV, item 43.
    Exemplos semelhantes provam que ele nada tem de impossível nem de miraculoso, pois está nas leis da natureza. Ele pode ser produzido de duas maneiras:
    Jesus, embora vivo, pôde aparecer sobre a água com uma forma tangível, enquanto seu corpo carnal permanecia em outro lugar; é a hipótese mais provável. E podemos até reconhecer na narrativa alguns sinais característicos das aparições tangíveis. (Cap. XIV, itens 35 a 37.)
    De outro modo, seu corpo poderia ter sido sustentado e sua gravidade ser neutralizada pela mesma força fluídica que mantém uma mesa no espaço sem ponto de apoio. O mesmo efeito é muitas vezes produzido com os corpos humanos.

    TRANSFIGURAÇÃO

    43. Seis dias depois, Jesus tendo levado com ele Pedro, Tiago e João, levou-os a sós a um alto monte afastado,¹⁸⁷ e ficou transfigurado diante deles. E enquanto ele fazia sua oração, seu rosto pareceu inteiramente outro; suas vestes se tornaram todas radiantes de luz, e brancas como a neve, de maneira que não há nenhum alvejante na Terra que possa fazer algo tão branco. E eles viram aparecer Elias e Moisés, que conversavam com Jesus.
    Então Pedro disse a Jesus: “Mestre, estamos bem aqui; vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e mais uma para Elias.”, pois ele não sabia o que dizia, de tão espantado que estava.
    Ao mesmo tempo, apareceu uma nuvem que os cobriu; e dessa nuvem saiu uma voz que se fez ouvir estas palavras: “Este é meu Filho bem-amado; ouçam o que ele diz!”
    Logo, olhando para todos os lados, eles não viram mais ninguém além de Jesus, que permaneceu a sós com eles.
    Quando desciam do monte, ele lhes ordenou que não falassem a ninguém sobre o que tinham visto, até que o Filho do homem fosse ressuscitado dentre os mortos. E eles conservaram o fato em segredo, inquirindo uns aos outros o que ele teria querido dizer com estas palavras: “Até que o Filho do homem fosse ressuscitado dentre os mortos.” (Marcos, 9:1 a 9.)

    44. É também nas propriedades do fluido perispiritual que encontramos a razão desse fenômeno. A transfiguração (explicada no cap. XIV, item 39) é um fato bastante comum que, por conta da irradiação fluídica, pode modificar a aparência de um indivíduo; mas a pureza do perispírito de Jesus permitiu ao seu Espírito lhe dar um brilho excepcional. Quanto à aparição de Moisés e Elias, entra inteiramente no caso de todos os fenômenos do mesmo gênero. (Cap. XIV, itens 35 e seguintes.)
    De todas as aptidões que são reveladas em Jesus, não há nenhuma que esteja fora das condições da humanidade e que não se encontre no meio comum dos homens, porque elas estão na natureza; todavia, pela superioridade da sua essência moral e de suas qualidades fluídicas, elas alcançaram nele proporções muito acima daquelas comuns. Fora do seu envoltório carnal, ele representou para nós o estado dos Espíritos puros.

    TEMPESTADE ACALMADA

    45. Certo dia, tendo subido num barco com seus discípulos, Jesus disse a eles: “Vamos à outra margem do lago.” Então eles partiram. E enquanto passeavam Jesus adormeceu. Nisso, um grande turbilhão de vento veio subitamente desabar sobre o lago, de maneira que a barca deles se encheu d’água e eles estavam em perigo. Então se aproximaram de Jesus e, despertando-o, lhe disseram: “Mestre, estamos morrendo!” Levantando-se, Jesus falou com ameaça aos ventos e às ondas agitadas e eles se acalmaram, e se fez uma grande calmaria. Depois disse a eles: “Onde está a fé de vocês?” Eles, porém, repletos de temor e admiração, perguntavam uns aos outros: “Quem é este que dá ordens desse modo ao vento e às ondas e eles lhe obedem?” (Lucas, 8:22 a 25.)

    46. Ainda não conhecemos o bastante os segredos da natureza para dizer se há ou não inteligências ocultas que presidam a ação dos elementos. Nessa hipótese, o fenômeno em questão poderia ser o resultado de um ato de autoridade sobre essas mesmas inteligências, e provaria um poder que a nenhum homem é dado exercer.
    Em todo o caso, Jesus, dormindo tranquilamente durante a tempestade, atesta uma segurança que pode ser explicada pelo fato de que seu Espírito via não haver perigo nenhum ali e que a tormenta ia cessar.

    BODAS DE CANÁ

    47. Esse milagre — mencionado unicamente no Evangelho de são João — é indicado como sendo o primeiro que Jesus realizou, e por isso deveria ter sido muito mais notável; parece que ele produziu bem pouca sensação, pois nenhum outro evangelista fala dele. Um fato assim tão extraordinário deveria ter surpreendido ao máximo os convidados, e sobretudo o dono da casa, que nem parecem tê-lo percebido.
    Considerado em si mesmo, o fato tem pouca importância em comparação com aqueles que verdadeiramente atestam as qualidades espirituais de Jesus. Admitido que as coisas tenham se passado como foram narradas, é admirável que seja esse o único fenômeno desse gênero que ele tenha produzido; Jesus era de natureza extremamente elevada para se ater a efeitos puramente materiais, próprios apenas para aguçar a curiosidade da multidão que, então o teria igualado a um mágico; ele sabia que as coisas úteis lhe conquistariam mais simpatias e lhe trariam mais adeptos do que aquelas que poderiam passar por hábeis truques e não tocariam o coração. (Item 27.)
    Se bem que, a rigor, o fato possa ser explicado até certo ponto por uma ação fluídica que — assim como o magnetismo oferece muitos exemplos deles — tivesse modificado as propriedades da água dando-lhe o sabor do vinho, essa hipótese é pouco provável, já que em tal caso, tendo do vinho apenas o sabor, a água tivesse conservado a sua cor — o que não deixaria de ser notável. É mais racional vermos aí uma daquelas parábolas tão frequentes nos ensinos de Jesus, como aquela do filho pródigo, a do festim de bodas, do rico mau, da figueira seca e tantas outras que, contudo, tem o caráter de fatos ocorridos. Durante o jantar, ele teria feito menção ao vinho e à água, de onde tiraria um ensinamento. O que justifica essa opinião são as palavras que o mordomo lhe dirige a esse respeito: “Todo mundo serve em primeiro lugar o vinho bom, e depois que todos o têm bebido muito, serve o menos fino; tu, porém, reservaste o bom vinho até essa hora.”
    Entre duas hipóteses, é preciso escolher a mais racional, e os Espíritas não são pessoas assim tão crédulas para ver a todo o lado fatos de manifestações, nem são tão absolutos para pretender explicar tudo pelos fluidos.


    Notas de Rodapé

    ¹⁸¹ Todos os teólogos estão longe de professar opiniões tão absolutas sobre a doutrina demoníaca. Aqui está uma, de um eclesiástico da qual o clero não poderá contestar o valor. Encontramos a passagem seguinte nas Conferências sobre a religião, do Monsenhor Freyssinous, bispo de Hermópolis, tomo II, pág. 341, Paris, 1825:
    “Se Jesus tivesse operado seus milagres pela virtude do demônio, então o demônio teria trabalhado pela destruição do seu império e teria empregado o seu poder contra si próprio. Certamente, um demônio que procurasse destruir o reino do vício para estabelecer o da virtude seria um estranho demônio. Eis por que Jesus, para repelir a acusação absurda dos judeus, lhes dizia: ‘Se eu realizo prodígios em nome do demônio, o demônio está então dividido consigo mesmo; portanto, procura se destruir a si próprio’; resposta que não admite réplica.”
    É exatamente o argumento que os Espíritas opõem aos que atribuem ao demônio os bons conselhos que eles recebem dos Espíritos. O demônio agiria então como um ladrão profissional que restituísse tudo o que houvesse roubado e exortasse os outros ladrões a se tornarem pessoas honestas.

    ¹⁸² Uma prova desse costume se encontra em Atos dos Apóstolos, 5:5 e seguintes. “Ananias, tendo ouvido aquelas palavras, caiu e entregou o Espírito; e todos os que ouviram falar disso foram tomados de um grande temor. Rapidamente, alguns rapazes vieram buscar o seu corpo e, tendo-o levado, o enterraram. Passadas umas três horas, entrou sua mulher (Safira) — que nada sabia do que havia se passado — e Pedro lhe disse (…). No mesmo instante, ela caiu aos pés e entregou o Espírito. Aqueles rapazes entraram e a encontraram morta; e levando-a, eles a enterraram junto do seu marido.”

    ¹⁸³ Síncope: perda dos sentidos devido deficiência de irrigação sanguínea no cérebro. – N. T.

    ¹⁸⁴ Letargia: estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. – N. T.

    ¹⁸⁵ O fato seguinte prova que a decomposição algumas vezes antecede a morte. No Convento do Bom Pastor (fundado em Toulon pelo padre Marin, capelão dos cárceres, para as filhas arrependidas) encontrava-se uma moça que suportara os mais terríveis sofrimentos com a calma e a impassibilidade de uma vítima expiatória. Em meio de suas dores, ela parecia sorrir para uma visão celestial; como santa Teresa, ela pedia para sofrer mais, sua carne estava se despedaçando, a gangrena se espalhando por seus membros; por sábia previdência, os médicos tinham recomendado que fizessem a inumação do corpo dela imediatamente após a morte. Coisa estranha! Mal ela deu seu último suspiro, todo o processo de decomposição cessou; as exalações cadavéricas desapareceram; durante trinta e seis horas ela permaneceu exposta às orações e à veneração da comunidade.

    ¹⁸⁶ O lago de Genesaré ou de Tiberíades.

    ¹⁸⁷ O Monte Tabor, a sudoeste do lago de Tabarich e a 11 km do sudeste de Nazaré, cerca de mil metros de altura.

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